4.2.16

Mini Chefs

Nos últimos dias aconteceram coisas boas! Também aconteceram algumas más, estive mais triste e sem vontade de escrever... Passou, por enquanto, mas passou... E agora volto a concentrar-me nas coisas boas e a fazer com que os nossos dias contem.

O Vicente gosta de brincar aos cozinheiros, como diz a irmã. Acorda, toma o leite, visto-o e assim que se vê despachado vai para a área dos brinquedos que criei em casa para os dias em que não podemos brincar lá fora. Lava as mãos, prepara as torradas 'Mnham, mnham' (diz a saboreá-las) e cozinha no mini fogão. Depois senta-se à mesa com uma colher e uma panelinha a encenar a refeição. Tem sido assim todos os dias. Sente-se confiante com esta autonomia de poder chegar a tudo o que disponho à sua altura (como no método Montessoriano). Entretém-se o tempo que demora a irmã a ficar pronta e a dominar as brincadeiras. Brincam os dois, ele mais condicionado. Aproveito esse tempo para me arranjar, sempre com os dois onde a minha visão os possa alcançar.
Estas imagens são do nosso Sábado, minutos antes de sairmos para um passeio e comprar legumes e frutas frescas para eles.
O Vicentinho dedicado à cozinha.

'Também quero cozinhar Vi!'

'Podes sentar na mesa. Eu preparo o nosso almoço.'

'Deixa-me pensar. Deixa-me pensar... O que vou cozinhar?'

'Já sei! Vou fazer sopa de morangos!'

'Prova Vicentinho. Está deliciosa!'

'Eu seguro para não virar.'

'Está ótima!'

*
'Mel!' 
(uma das primeiras palavras do Vicente)

...and let's go!

27.1.16

Poupar de Pequeninos

Cá em casa a regra de poupança que seguimos com os miúdos é:
Sempre que temos moedas de 1 ou 2 euros guardamos no mealheiro deles. Podem optar por um valor diferente, desde que se comprometam a guardá-lo sempre. E podem juntar para alguma coisa específica ou para qualquer eventualidade. Temos um mealheiro de cada um em casa (embora juntemos o valor final) e também outro com os avós. No fim do ano contamos o valor que conseguimos juntar e acaba por ser uma boa surpresa, sem grande esforço. 
Quando a minha filha me pede alguma coisa que sei que não vai dar grande valor, pergunto se prefere isso ou guardar a moeda no mealheiro. É uma forma de medir a importância que tem para ela e não gastarmos aquele valor só porque sim, por impulso. Muitas vezes prefere guardar. 
E vocês, costumam integrar os vossos filhos nas poupanças familiares?

26.1.16

Sugestão de Carnaval DIY - A minha Menina-Anjo

Há dois anos atrás, a B. foi vestida de anjo. Fiz-lhe o vestido com tule e uma fita, podem ver aqui um DIY semelhante ao procedimento que segui na altura. A coroa de flores já tinha em casa e, por isso, só precisei comprar as asas de anjo. O resultado foi mesmo amoroso e delicado... Etéreo! Temos fotografias tão bonitas que algumas ainda estão nas molduras das paredes do hall.
Fica a sugestão...

25.1.16

Papas Caseiras

A alimentação é dos fatores que mais influencia a saúde dos nossos filhos e é das principais preocupações dos pais, pois o que as crianças comem na infância tem impacto não só imediato como a longo prazo. Não me parece bem proibi-los de comer tudo o que lhes apeteça, não é esse o caminho. No tempo da minha infância a base da minha alimentação era saudável e o consumo de alimentos processados era excepcional, mas nunca fui proibida de comer nada e havia a tolerância de saber que "uma vez não são vezes". Acho isso importante para que as crianças desenvolvam uma boa relação com a comida.
Pessoalmente tento dar uma boa alimentação aos meus filhos, quando possível escolho alimentos não processados e preparo em casa as refeições deles. Faço o melhor que posso e sei, assim como quase todas as mães, cada uma com a informação a que tem acesso.
*Marcador, Prato e Guardanapo Zara Home, Colher A Loja do Gato Preto

Desde que o Vicente iniciou as papas, optei por fazer a versão caseira, por três razões: 
  - A primeira tem a ver com o açúcar excessivo que as papas industriais têm. Eu que adoro doces, acho-as enjoativas.
  - A segunda ficou-me no pensamento depois de ler um artigo sobre isso e refere-se ao processamento artificial e à solubilidade das papas. Dissolvem-se sem precisar de cozinhar, ao contrário de qualquer farinha de cereal.
  -  A terceira está relacionada com o uso de conservantes e outros ingredientes menos saudáveis.

Há dias em que é mais prático usar a papa instantânea e também o faço, mas no dia a dia, com tempo, a opção é pelas papas caseiras. É uma questão de hábito e não demora mais de 10 minutos. Até a B. que comia das outras se habituou bem e prefere.
Faço sempre com fruta, no lanche da tarde.


Como faço...
Coloco 150 ml de água num fervedor (daqueles que usamos para água e leite) e adiciono 3 c. de sopa do cereal escolhido (podem usar mais do que um), previamente demolhado durante pelo menos 2 horas. Mexo enquanto coze, por cerca de 10 min. e acrescento 1 maçã partida em fatias. Retiro do fogão e adiciono a restante fruta, normalmente de polpa mole e mais doce (pêra madura, manga, banana ou fruta da época). Faço o puré com a varinha mágica e sirvo ainda morno.


Dica:
Há vários cereais 100% já em farinha, é mais prático assim, embora não seja a opção mais indicada, mas sim o grão de cereal inteiro - é mais saudável, embora mais demorado (implica colocar algumas horas de molho e cozer por mais tempo). Normalmente compro o grão de cereal, demolho e trituro antes ou depois da cozedura, mediante a disponibilidade de tempo que tenho. Por vezes também uso em flocos. Há milho, arroz, aveia, centeio, trigo, etc. Vou variando e às vezes combino-os. Podem começar, por exemplo, por arroz e milho por não terem glúten.
Escolho os cereais não processados, de preferência biológicos e de cultivo nacional. É importante ter em consideração que alguns cereais e outros alimentos tidos como super saudáveis, como, por exemplo, as bagas de Goji, perdem a qualidade nutricional por serem contaminados com substâncias impróprias, no país em que são produzidas ou durante o transporte. Por esta razão, opto sempre que possível por produtos nacionais para minimizar os riscos.

21.1.16

Vestido de Boneca

A B. tem alguns vestidos tão bonitos que me custa arrumá-los e, por isso, tem dado o máximo uso enquanto lhe servem.
Adoro vestidos no modelo deste, com metros de tecido na saia, mais do que uma camada, bordado inglês, laços e outros detalhes amorosos. Nestas idades e até aos 5/6 anos ficam deliciosas! Têm tanto tempo para usar roupas de estilo casual que, enquanto puder escolher, vou preferir que seja assim.
Claro que não é como a visto todos os dias... Não seria prático nem tão confortável.
Inicialmente foram comprados para alguma cerimónia ou ocasião especial, agora usa-os nos nossos passeios e convívios em família. São peças normalmente mais caras e, por isso, há que usufruir delas o máximo possível. 
Como 'não há rosa sem espinho', a única altura em que estes vestidos não parecem assim tão bonitos é na hora de passar a ferro. São muito mais trabalhosos do que qualquer camisa, não há comparação possível. 
Aqui uma dica para que sirvam mais algum tempo...Como na zona do peito e barriga (a única parte justa ao corpo) costumam ser soltos, quando ficam pequenos no comprimentos, podemos sempre aplicar uma compensação de tecido e assim serve por mais alguns meses.
Normalmente as pessoas acham o máximo à loira mini, especialmente quando anda assim vestida. Perguntam-me muitas vezes onde encontro estas roupas e nos locais onde habitualmente passeamos já a conhecem, por causa das toucas, vestidos e lacinhos que usa desde bebé. 
Uma vez, quando tinha 2 anos, um menino de 3 encantou-se por ela e disse à mãe "Olha mãe, é uma princesa!"
Todas são 
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